Uma série em quatro artigos sobre a empresa brasileira que há mais de meio século pertence aos profissionais que trabalham nela. História, engrenagem, crises e balanço, lidos onde eles realmente estão: no estatuto, nas demonstrações financeiras e no livro oficial.

1960 a 1970: a joint venture abandonada, os doze que compraram a firma quebrada e a doutrina escrita na serra.
O estatuto real, lido cláusula a cláusula: o teto de 3%, o muro com porta interna, a liquidez que mora na tesouraria.
As quase-mortes de 1987, 1998 e 2014, e o que uma comunidade de donos faz quando precisa se cortar.
As perguntas que o balanço faz ao desenho: os números públicos, a régua da própria Carta e o que não sabemos.
Os oito parágrafos de 1970, transcritos do livro oficial, um a um, com comentário de leitura societária.
As cláusulas que fazem o modelo funcionar, citadas literalmente do Estatuto Social de 2022, com anotações e as quatro ausências.
Como esta série foi feita: o método, as fontes, o que os documentos confirmaram e o que não conseguimos verificar.
As fontes primárias desta série, todas públicas. Vale começar pelo livro dos 50 anos, escrito por Ignácio de Loyola Brandão, e pelo estatuto real.
· O livro dos 50 anos: "Para chegares ao que não sabes" (Loyola Brandão, PDF)
· Estatuto Social Consolidado da Promon S.A. (2022, PDF)
· Relatório anual mais recente da Promon S.A. (2025s)
· Demonstrações financeiras da PEPSA (Diário Oficial SP, 2021, PDF)
· Dissertação sobre o modelo acionário da Promon (Bechara, UEL)
· Exame: "A Promon volta às origens" (a crise de 2002 por dentro)